sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Poema Soturno



Acendeu-me assim
uma fagulha infinita
rompendo o obscuro pensar

Gargalhou-se de mim
a inquieta maldade
querendo ficar

Blasfemou o verbo
fazendo-me andar

Rimas vãs
prescindíveis  palavras

Acuada luz
querendo acender
a chama que se apaga
neste eterno morrer

Riu-se  a tristeza
da faúlha insistente
que socorre a vida
que vive  dentro da gente

Zana Ol


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