Que a vontade latente em teu ser
Seja prato principal de todos os dias.
Que as perguntas silenciadas
Sejam as respostas do amanhã
Que a minha vontade encontre a tua
E juntas possam
Gozar a liberdade
Reconhecer a verdade
E assim entender esse sentimento
Inquietante em meu peito.
Que o medo de hoje
Se dissipe
No Sol do amanhecer
E que a tua face
Não encontre sombras
Onde possam passear medos infundados.
Que a brandura da carícia essencial
Toque teu ser
E te faça
Cúmplice
Na busca incessante
Das nossas almas
Que a tristeza da lágrima caída
Seja o alimento da esperança à florescer
Que cada palavra dita pela tua boca
Seja bálsamo para meus ouvidos.
Que as tuas verdades
Não se oponham ao medo
Das incertezas.
Que teu sorriso
Seja sempre um afago na minha alma
E que mesmo diante da infelicidade
Sejas capaz
De desviares e
De encontrares logo ali
Um motivo para ser feliz.
Que a vida nos presenteie com céus de outono e
Flores de primaveras.
Que nada permita que eu esqueça teu rosto,
Nem mesmo o tempo,
A angústia da despedida e
O medo da tua ausência.
Que enfim
Eu pouse minha mão na tua
E juntos possamos
Ir além
Muito além do que pensávamos e
Muito mais do que sonhamos.
Então sim,
Saberás que o Amor que habita em ti
Viverá para sempre em mim.
Zana Ol
Cara Zana,
ResponderExcluirhá tempo não visitava o teu blog. Nesta madrugada consegui chegar aqui para sorver da alimentação sensível da tua poesia.
Destaco:
Que o medo de hoje
Se dissipe
No Sol do amanhecer
E que a tua face
Não encontre sombras
Onde possam passear medos infundados.
A tua maneira de falar dos medos cotidianos realimenta as esperanças sobre o sempre amanhecer de nossas vidas.
Um abraço,
Garin
Caro professor,
ResponderExcluirfico feliz com sua visita. Como sempre seus comentários trazem um novo olhar e uma releitura do que escrevo.
Um abraço,
Zana
Lindo teu blog e tuas poesias... parabéns! Bjooo
ResponderExcluirObrigada Claudia! É bom compartilhar minhas poesias contigo! bjos
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